Copo Refloresta ~

Produto Cultural

Para celebrar um ano de grupo MIL, escolhemos o dia 23 de janeiro, dia Internacional  da Medicina Integrativa, para lançar o copo Refloresta, um produto cultural 

Dia 23 de janeiro, dia Internacional da Medicina Integrativa,  dia em que o grupo MIL celebra um ano de existência e para brindar lança o copo Refloresta. 


 
grupo Mil, junto com a artista Priscila Lins, apresenta o Copo Refloresta, um produto cultural que tem a venda atrelando ao mantenimento dos plantios do projeto Acorde a Floresta, iniciativa que através do manejo agroecológico do solo, do toque humano na terra, planta instrumentos e cultiva sons em mutirões mensais.

O copo aconpanha um mix de sementes. Sementes para celebrar um 2022 mais florido, um ano para se reflorestar.














Manter em pé o que resta não basta

Que alguém vira derrubar o que resta

O jeito é convencer quem devasta

A respeitar a floresta

Manter em pé o que resta não basta

Que a motosserra voraz faz a festa

O jeito é compreender que já basta

E replantar a floresta

Milhões de espécies, plantas e animais

Zumbidos, berros, latidos, tudo mais

Uivos, murmúrios, lamentos ancestrais

Por que não deixamos nosso mundo em paz?

Além do morro, o deserto se alastra

Toda terra, da serra aos confins

O toco oco, casco de Canastra

Onde enterramos saguis

Manter em pé o que resta não basta

Já quase todo o verde se foi

Agora é hora de ser refloresta

Que o coração não destrói

Milhões de espécies, plantas e animais

Zumbidos, berros, latidos, tudo mais

Uivos, murmúrios, lamentos ancestrais

Por que não deixamos nosso mundo em paz?

Manter em pé o que resta não basta

Que alguém vira derrubar o que resta

O jeito é convencer quem devasta

A respeitar a floresta

Manter em pé o que resta não basta

Já quase todo o verde se foi

Agora é hora de ser refloresta

Que o coração não destrói

Que o coração não destrói

Respeitar a floresta

Respeitar a floresta

Replantar a floresta

Que o coração não destrói

E respeitar a floresta

Replantar a floresta

Que o coração não destrói

Que o coração não destrói