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"isso de querer ser
exatamente aquilo
que a gente é
ainda vai nos levar além"




Paulo Leminski



















movimento ~ ecomusical



se contrapondo a monocultura tanto em sua relação com o solo quanto a mente


"o ser humano esqueceu que a água vem da chuva e a comida vem do solo. Passamos a acreditar que a água e nosso alimento são produtos de uma corporação"

Vandana Shiva, filósofa, física, ecofeminista e ativista ambiental indiana.





movimento ~ ecomusical



nativo de nossos ancestrais e vivo a onde exista vida




movimento ~ ecomusical



é um resgate tanto na forma que se cultiva os solos quanto em sua expressão artística



"Nunca ouvi um silêncio tão grave e pesado. Não há pássaros, insetos, bichos ou sons de qualquer tipo de vida. Monoculturas são verdadeiros desertos, que excluem tudo o que não for o foco daquela plantação. São eliminadores de biodiversidade e a paisagem sonora revela a gravidade dessa situação...Quanto mais biodiversidade, mais densa é a sinfonia em uma floresta" (Jorgge Menna Barreto em entrevista concedida à jornalista Marília Miragaia em agosto 2016, sobre a obra Restauro da 32 Bienal de São Paulo)





ecomusicalidade como sociedade-ambiente, buscando para dentro do cenário o processo mais amplo, sua história, sua produção e sua manifestação. desvinculando-se assim a ecomusicalidade como produto, como consumidor, como mercadoria imposta pela indústria.




O Brasil tinha grande parte de seu território coberto por abundantes florestas,  estas cultivadas e manejadas de forma orgânica pelos indígenas que selecionavam e dispersavam as sementes das espécies mais utilizadas pelas suas populações.

Atualmente, a Agricultura moderna transformou grande parte da paisagem brasileira florestal, degradando cerca de 97% da Mata Atlântica, que originalmente cobria grande parte dos estados do Nordeste, Sudeste e Sul. O Código Florestal Brasileiro (Lei No 12.651 / 2012), prevê a proteção da vegetação nativa e permite o uso de Agroflorestas para proteção das águas, desde as nascentes aos rios, lagoas, represas e estuários.

Estas florestas geram vida e criam música. As Agroflorestas podem ser o caminho entre a biodiversidade, a proteção das águas e a produção de matérias para os instrumentos musicais que nutrem a Cultura Popular. Ana Maria Primavesi diz “solo sadio, planta sadia, ser humano sadio”. Entendendo a saúde processo do ser humano, de produzir, de se alimentar e de se expressar.








"Ensinar
não é transferir conhecimento,
mas criar as possibilidades
para a sua própria produção
ou a sua construção"


Paulo Freire




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Curso de Agrofloresta
no Sítio Tamoromu

19 a 21 de março de 2021

Preencha o formulário e garanta sua vaga. Apenas 10 vagas

Curso
prático e teórico de sistemas agroflorestais biodiversos. Trabalharemos os princípios que norteiam essa forma de agricultura, suas variações de acordo com o bioma, as escolhas das espécies
e sementes, o preparo do solo, a arrumação dos canteiros e o plantio.

A quem se destina
:
indicado para todas e todos, esse é um curso
introdutório aos Sistemas Agroflorestais.

Sítio Tamoromu:
O sítio está localizado em Amaraji-PE,
bem próximo a cidade de Chã Grande.

Instrutor:
Alexandre Caíque é fundador da Ecoar Sintropia
e consultor em sistemas agroflorestais biodiversos.

︎ Acomodações:
camping em noite de lua crescente,
ouvindo e bebendo as águas da fonte

Alimentação:
cozinha agroflorestal com ingredientes provenientes do sitio
e de outras iniciativas agroflorestais

Investimento
R$ 400,00



A exeperiência


Valorizamos a comunidade onde estamos:
Nosso curso é um compartilhamento de saberes onde os dez pagantes fortalecem a rede de agricultores locais, estes são convidados a fazerem o curso sem custos.

Valorizamos a arte como nosso cultivo:
As trocas do saberes se estedem até
a noite com música, arte e poesia ao redor da fogueira.




Lembrando que são 10 vagas,
limitadas para melhor conforto e seguranca de todos no espaço.

Dúvidas, entre em contato com a gente.